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sábado, 3 de outubro de 2015

Os ambientalistas: charlatões, psicopatas ou idiotas úteis?

Frases de Terroristas Ambientalistas: A ideologia que poderá exterminar bilhões de pessoas através da subnutrição, da fome e outras doenças.

Não dá para acreditar! Seja por interesse próprio, seja por ideologia ou por boas intenções, que é bastaste duvidoso. Temos a seguir pessoas famosas e importantes no cenário político, científico, artístico etc,  que pregam abertamente o extermínio de parte da raça humana, o controle absoluto da vida do indivíduo pelo estado, além da perda do direito à propriedade privada. Tudo isso baseado em hipóteses, com manipulações descaradamente ideológicas e de inspiração socialista. Anon, SSXXI

a) Jacques Yves Cousteau: oceanógrafo b) Charles Manson: Sociopata que assassinou a linda atriz Sharon Tate, que estava grávida. Bin Laden, chefe terrorista e ambientalista islâmico.

Naomi Klein, ideóloga pro anarco-comunismo: isto não é contra o CO2, é contra o capitalismo: “Nosso modelo econômico está em guerra contra a Terra. Nós não podemos mudar as leis da natureza. Mas nós podemos mudar nossa economia. A mudança climática é nossa melhor chance...” Heartland

Google CEO Eric Schmidt: questionar o alarmismo climático é criminoso: “Tem gente que no meu ponto de vista duvida criminalmente da ciência.” “Concordo ‒ acrescentou James Cameron ‒ criminalmente. Gente, nós temos que evoluir mentalmente e filosoficamente para algo que nunca existiu antes. Nós precisamos nos transformar num povo tecno-indígena da Terra toda, não de um Estado, mas de um planeta” (Sillicon Valley, oct 2010)

Sec. executiva da UNFCCC: contra o “aquecimento global” o comunismo chinês é melhor que democracia: o maoísmo “está fazendo o certo” para combater o “aquecimento global”. A democracia é “muito danosa” para a aprovação de legislação contra o “aquecimento global”. A Assembleia do Povo chinesa aprova massivamente as decisões do Comité Central do Partido Comunista e outras dependências do governo.. Leia mais.

Jilmar Tatto, Secretário de Transportes de São Paulo: “No futuro, a pessoa que andar de carro numa grande cidade será tratada como um fumante”. (“O Globo” 27/08/2013)

Jacques Yves Cousteau: “Para estabilizar a população mundial nós devemos eliminar 350.000 pessoas por dia. É horrível dizê-lo, mas é igualmente horrível não dizê-lo”. (Courrier de l'Unesco)

Marina Silva ex-ministra do Meio Ambiente: “Não podemos mais perder tempo com “bolhas” de prosperidade ilusória que custam os recursos de mil anos e se desfazem em menos de uma década”. (OESP, 28.4.2012)

James Hansen diretor da NASA, “Natural Science”, 01.08.03: “A insistência nos cenários extremos foi útil, sem dúvida, quando o público ignorava o que está em jogo com o aquecimento global e as fontes de energia”.

Na Columbia University, julho de 2006: “Todos os brados dos cientistas céticos não serão abafados enquanto eles não estiverem mortos”.

Christopher Manes, líder do “Earth First”: “É possível que a extinção da espécie humana não seja inevitável, e [será] até uma boa coisa”.

Judi Bari, ativista da “Earth First”: “Eu acredito que se nós não derrubarmos o capitalismo, não teremos chance alguma de salvar o mundo do ponto de vista ecológico”

Paul Watson, co-fundador de Greenpeace e fundador da Sea Shepherd Conservation Society: “Qual seja a verdade não tem importância. Só interessa o que as pessoas acham que é a verdade” (Magazine Forbes, nov. 1991).

Mayer Hillman, do Policy Studies Institute, think-tank ambientalista: “a democracia é um objetivo menos importante que a proteção do planeta contra o fim da vida. … as restrições às emissões de carbono devem ser impostas ao povo, goste ele ou não”.

Maurice Strong, ex-secretário geral da ECO 92 e ex-conselheiro de Kofi Annan, sec. geral da ONU: “É possível que nós cheguemos a um ponto em que, para salvar o mundo, a solução seja o afundamento da civilização industrial… procurar a pobreza… reduzir o consumo dos recursos… instalar normas para a mortalidade”.

Stephen Schneider do National Center for Atmospheric Research, Boulder, Colorado: “Nós devemos apresentar cenários terríficos, proferir afirmações simplistas e catastróficas sem nos importarmos das dúvidas que possamos ter. Cada um de nós tem de escolher entre a eficácia e a honestidade”. (Discover Magazine 1989).

Ottmar Edenhofer, co-diretor do Grupo de Trabalho III do IPCC: “Temos que dizer claramente que nós de fato redistribuímos as riquezas do mundo por meio da política do clima. … temos que nos liberar da ilusão de que a política internacional pelo clima é uma política ambientalista. Ela não tem quase nada que ver com uma política para o meio ambiente com problemas do tipo desmatamento ou buraco de ozono”.

Paul Ehrlich, prof. da Universidade Stanford; em 2000 Inglaterra será uma ilha povoada de famintos: “até o ano de 2000, o Reino Unido será simplesmente um pequeno grupo de ilhas empobrecidas, habitadas por cerca de 70 milhões de famintos.” (“O Globo”, 11.5.2012).

Frei Betto “Matar e desmatar”: mortes ocorrerão com novo Código Florestal: “mortes por assassinato ocorrerão se a presidente Dilma não tomar providências enérgicas para qualificar os assentamentos rurais, impedir o desmatamento e puni-lo com rigor, cobrar as multas aplicadas, federalizar os crimes contra os direitos humanos e, sobretudo, vetar o Código Florestal e promover a reforma agrária”.

Antonio Delfim Neto ex-ministro, embaixador e deputado: planeta não suporta população: “Conflitos serão inevitáveis. Não há como o planeta sustentar nove bilhões de pessoas com renda de US$ 20 mil cada”. (“O Globo”, 11.5.2012).

Gilberto Carvalho, chefe da Secretaria da Presidência: bloquear ao povo padrões de consumo da elite: “o mundo se acabaria rapidamente se fosse universalizado o padrão de consumo das elites”. (“O Globo”, 11.5.2012)

John Holdren, assessor de Obama para Ciência: usar outro “termo talismã” para a mesma coisa: O termo “aquecimento global” é facilmente ridicularizável. “Cada vez que saímos com nossos carros (perguntam-nos) cadê do aquecimento global? Mas, se falarmos de “perturbação climática global” (global climate disruption) é um termo genérico que pode se aplicar a todas as condições climáticas”.

Charles Manson, em 1987: “Eu estou trabalhando para salvar o meu ar, minha água, minhas árvores e os meus animais selvagens, e eu estou tentando acabar com a sociedade. ... as calotas polares estão derretendo porque vocês estão produzindo tanto calor com essa máquina .... Talvez eu deveria ter matado quatro ou cinco centenas de pessoas, então eu teria teria me sentido como se eu tivesse realmente oferecer algo a sociedade .... a verdade é que o planeta Terra está morrendo”. "Today Show", MSNBC

Frente de Libertação da Terra, SP, junho 2010: “Da mesma maneira que esses carros queimaram, outros carros, casas, caminhões e estabelecimentos que/de quem danificam e exploram a terra e os animais, também queimarão.” (após atentado que queimou loja da Land Rover, SP)

Evo Morales, presidente da Bolívia: Se as nações ricas desistirem de Kyoto “seremos responsáveis por um ecocídio e um genocídio. Ou morre o capitalismo ou morre a mãe-Terra”. (COP16, Cancún, dez 2010)

Cineasta James Cameron, diretor de “Avatar”: “Se isto continua, nós teremos extinguido 70% das espécies do planeta pelo fim do século.” (Silicon Valley, oct 2010)

“Acampamento Terra Livre 2011 pela Mãe Terra” repudia Código Florestal: seja arrancada mais uma vez das nossas mãos ou destruída irracionalmente, como foi há 511 anos pelos colonizadores europeus”.

Hugo Chávez, presidente da Venezuela: Os países capitalistas são “os maiores assassinos do clima”. (COP16, Cancún, dez 2010)

Bin Laden, chefe terrorista e ambientalista islâmico: “O número de vítimas causadas pelas mudanças climáticas é muito grande [...] maior do que as vítimas de guerra... O aquecimento está destruindo a capacidade do povo muçulmano de se alimentar com seus próprios produtos agrícolas. Esta é uma questão de vida ou morte”.

Outra proposta de pânico em Bremen: “a acidificação dos oceanos”: No Instituto Alfred Wegener para Pesquisa Polar e Marítima (AWI), em Bremerhaven, patrocinados pela Comissão Européia, 200 cientistas debateram como novo pânico “a acidificação dos oceanos”. “Os oceanos acidificam-se muito mais rápido do que nunca na história da Terra ... O gás estufa CO2 não somente causa o aquecimento global mas, também, está acidificando cada vez mais os oceanos”.

Geógrafo Carlos Walter Porto-Gonçalves a “Jornal Sem Terra” (do MST): “A Reforma Agrária é fundamental para a questão ecológica, ... Os males que nós estamos vivendo derivam todos do capitalismo. Então buscar uma sociedade para além do capitalismo é fundamental.”

Guy R. McPherson, prof. de Biologia Evolutiva na Universidade de Arizona: “A mudança climática global ameaça extinguir nossas espécies lá pela metade do século se nós não liquidamos já com a economia industrial”. O prof. McPherson ganhou notoriedade anunciando “o fim do mundo” (veja vídeo). Em 2009, ele abandonou a carreira para se preparar para o “colapso” e vive do leite e ovos de pequenos animais numa comunidade rural.

Senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva: “Chico (Mendes) talvez nem soubesse o que queria dizer ecologia e muito menos holocausto ecológico quando começou sua romaria pela floresta para organizar a peãzada dos seringueiros ‒ primeiro, no sindicato dos trabalhadores rurais e, mais tarde, para criar o PT. (...) ele acabou juntando numa bandeira só a luta ecológica, a luta sindical e a luta partidária, porque sabia que elas são indissociáveis...”

John Holdren, assessor de Obama para Ciência: “As informações sobre mudanças climáticas podem (e devem) ser utilizadas para incentivar manifestações públicas para mudar as barreiras estruturais e comportamentais da sociedade”.

Jornalista Jeremy Hsu: “As extinções massivas serviram como grandes teclas para dar um reset que mudaram drasticamente a diversidade das espécies no mundo, (...) Alguns cientistas especulam que os efeitos causados pelos humanos ‒ desde a caça até a mudança climática ‒ estão impulsionando outra grande extinção de massa”.

David Foreman, porta-voz da Ong 'Earth First!': “O homem não é mais importante que qualquer outra espécie... Bem poderia ser que nossa extinção conserte as coisas”. citado por John Fayhee na revista 'Backpacker', setembro 1988, p. 22

IPCC e a “desertificação” da Amazônia: “o IPCC (...) conclui, com 80% de certeza, que mais da metade da floresta amazônica pode se transformar em savana (...) A mudança climática tende à desertificação e salinização de áreas próprias para a agricultura. O semi-árido poderá passar para zona árida levando à extinção de várias espécies da flora e fauna.” (Agência Brasil, 6/04/07)

Prefeitura de São Paulo: boicote à carne para “salvar o planeta”: “A campanha “Segunda Sem Carne” terá o apoio da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo. “A justificativa, segundo a secretaria, é que a dieta carnívora em ampla escala “é comprovadamente insustentável”, além de não trazer benefícios à saúde.” (Folha de S. Paulo, 20/9/2009)

Rajendra Pachauri, presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas ‒ IPCC: “O estilo de vida ocidental é insustentável. Eu não entendo por que não pode haver um medidor em cada quarto de hotel para registrar quanto V. consome com o ar condicionado ou aquecimento e depois V. pagar. Com mudanças deste tipo, poder-se-ia obter que o pessoal comece a medir seus atos consumistas. O uso de carros deve ser reprimido. Acho que podemos manipular os preços para regular o uso de veículos particulares. Os restaurantes oferecerem água gelada aos clientes é um esbanjamento enorme. Acho que (...)os adultos foram corrompidos por causa dos caminhos que percorremos há anos.” “The Observer”, 29.11.2009.

Presidente Barack Hussein Obama, então senador, 03/04/06: “Hoje estamos vendo que a mudança climática consiste em uma cadeia de catástrofes naturais e os padrões climáticos devastadores que o aquecimento global está começando a detonar em todo o mundo.”

Dr. David Viner, Universidade de East Anglia, CRU, março 2000: “em poucos anos a nevasca será “um evento muito raro e emocionante” e as “crianças apenas saberão o que é que é a neve” ("The Mail").

“Climate justice now!” “Para nós, as lutas pela justiça climática e pela justiça social são uma mesma coisa. É a luta por territórios, terras, florestas e água, para a reforma agrária e urbana, soberania alimentar e energética, para as mulheres e os direitos do trabalhador. É a luta pela igualdade e a justiça para os povos indígenas, para os povos do Sul global, para a redistribuição da riqueza e para o reconhecimento da dívida histórica ecológica devida pelo Norte”

“Via Campesina Internacional”: “As atuais formas globais de produção, consumo e mercado causaram uma destruição massiva do meio ambiente, incluindo o aquecimento global, as espécies animais e vegetais estão desaparecendo num ritmo sem precedentes. Exigimos urgentemente:

“1) O desmantelamento completo das companhias de agrocombustíveis. 2) A substituição da agricultura industrializada pela agricultura sustentável apoiada por verdadeiros programas de reforma agrária.”

Paul Singer, apologista da “economia solidária”: “o padrão de consumo no mundo vai ter que mudar. Teremos que fazer um só automóvel levar mais gente, criar bolsões de bicicleta e ciclovias, entre outras coisas. O aquecimento global deve ser contido o mais depressa possível. Teremos que voltar a uma dieta de cereais. Seremos condenados à fome se não mudarmos nossa forma de alimentação.”

Carlos Vicente, da “Ação Internacional pelos Recursos Genéticos”: “precisamos substituir o transporte de carros individuais, que consomem muita gasolina e álcool, pelo transporte coletivo, (...) as conseqüências perversas do aquecimento do planeta, das mudanças climáticas, podem levar para pressionar os governos a que realizem tais mudanças.” (revista Biodiversidad, 4-6-2007)

Suprema Mestra Ching Hai, "vinda do Himalaia": “Precisamos salvar este planeta primeiro, para que possamos ficar. Pois se todo o gelo derreter, e se o mar ficar quente, então o gás poderia ser liberado do oceano, e poderíamos ser envenenados. Do modo como vai, se eles [os políticos] não consertarem, será o fim em 4 ou 5 anos. (...) Eles precisam ser vegetarianos (...)proibindo a carne, citando todo o mal que a carne causa aos seres humanos e ao planeta (...) o vegetarianismo serve para diminuir a má distribuição da energia (carma) e comover a misericórdia do Céu”.

Ross Gelbsan, ativista ambiental: “Não somente os jornalistas não estão obrigados a informar o que dizem os cientistas céticos sobre o aquecimento global. Eles estão obrigados a não noticiar o que esses cientistas dizem.”

Ex-frade e teólogo da libertação Leonardo Boff: “A roda do aquecimento global não pode mais ser parada, (...) a Terra como conjunto de ecossistemas já se tornou insustentável porque o consumo humano, especialmente dos ricos que esbanjam, já passou em 40% de sua capacidade de reposição. Esta conjuntura pode levar a uma tragédia ecológico-humanitária de proporções inimagináveis e, até pelo final do século, ao desaparecimento da espécie humana. “Uma Silva sucessora de um Silva?”, agência Adital.

Evo Morales, presidente da Bolívia: “Se quisermos salvar a Terra e a humanidade, não temos outra alternativa a não ser acabar com o sistema capitalista”. (entrevista coletiva na COP-15, Copenhague).

George Monbiot, ambientalista do “The Guardian”, Londres: “Eu poucas vezes me senti tão sozinho. Diante da crise [Climategate], eu sei que a maioria dos ambientalistas adotaram o negacionismo. (...) Não há modo de salvá-lo. Phil Jones [chefe da Climatic Research Unit, ver post sobre Climategate] tem que cair fora, quanto mais demorar, pior vai ser para ele”.

George Monbiot (II), ambientalista do “The Guardian”, Londres: “Não há como negá-lo: estamos perdendo. A negação da mudança climática está se espalhando como uma doença contagiosa. (...) Pesquisa no mês passado do Pew Research Centre sugere que a proporção de americanos que acreditam haver provas sólidas do aquecimento caiu de 71% para 57% em apenas 18 meses. Pesquisa da Rasmussen Reports sugere que os eleitores americanos que acham que o aquecimento global tem causas naturais (44%) superam os que acreditam que é resultado da ação humana (41%).”

Jonathon Porrit, decano dos "gurus verdes" no Reino Unido: “[precisamos de uma catástrofe para fazer mudar qualquer coisa] falei em sentido literal. A única maneira de sacudir essa negação é um choque tão profundo e tão doloroso no sistema que não teremos outra escolha senão fazer essas mudanças.” “Expresso”, Portugal, 6.12.2009.

Hans Joachim Schellnhuber, conselheiro chefe do governo alemão para proteção climática: “Cada pessoa na terra só poderia produzir 110 toneladas de CO2 entre 2010 e 2050 (…) Alemanha, EUA e outros países industrializados já esgotaram sua cota (…) cada pessoa nesses países deveria pagar €100 por ano (…) As cifras parecem gigantescas (…) se os alemães não mudam seus hábitos o próximo governo deverá adotar um novo e drástico plano climático”. “Der Spiegel”, 09/04/2009.

Paul Ehrlich, no livro “The Population Bomb”, Ballantine Books 1968: “Um câncer é uma multiplicação descontrolada de células; a explosão populacional é uma multiplicação descontrolada de pessoas ... Nossos esforços devem passar do tratamento dos sintomas para a extirpação do câncer… Nós devemos ter um controle populacional … compulsivo se os métodos voluntários fracassam”.

Clube de Roma, profetizou que o petróleo acabaria em 1980: “Procurando um novo inimigo que nos unisse nós chegamos à idéia de que a poluição, a ameaça do aquecimento global, a falta de água, a fome e coisas do gênero fariam o serviço... Todos esses perigos são provocados pela intervenção humana... então, o inimigo real é a humanidade ela própria... um adversário comum para realizar o governo mundial. Não importa se este inimigo comum é real ou … se a gente o inventa para servir no caso.”

David Foreman, porta-voz da ONG 'Earth First!': Eu não vejo outra solução para evitar a ruína da Terra salvo uma drástica redução da população humana”. citado por Gregg Easterbrook em “The New Republic”, 30-4-1990, p. 18

João Pedro Stédile, líder do MST: “a sociedade tem que tomar uma decisão: ou muda ou vai para o brejo. (...) Cientistas advertem que, se o aquecimento global aumentar mais, vai trazer um desequilíbrio na vida do planeta que pode levar inclusive a uma catástrofe do ser humano..”

Jacques Attali, ex-conselheiro presidencial socialista francês: “A História nos ensina que a humanidade só evolui significativamente quando ela sente medo verdadeiramente... [Para nos preservarmos das pandemias] “é preciso montar uma polícia mundial, criar reservas mundiais de alimentos e aplicar um sistema de impostos mundial. Assim conseguiremos criar as bases de um verdadeiro governo mundial mais rápido do que impelidos por simples razões econômicas”. Blog “Conversation avec Jacques Attali”.

Timothy E. Wirth, ex-senador e ex-assessor de Al Gore, presidente da ‘United Nations Foundation’: “Ainda que a teoria do aquecimento global esteja errada, nós estaremos fazendo a coisa certa em termos de política econômica e ambientalista”.

Jeffery Sachs, diretor do The Earth Institute: “Obama está inaugurando um novo rumo histórico reorientando a economia do consumo privado para o investimento publico. A ideologia do livre mercado é um anacronismo na era da mudança climática”.

David Attenborough, diretor de 'The Optimum Population Trust': “Eu já vi a vida selvagem ameaçada pela crescente pressão humana em todo o mundo, e não é por causa da economia ou da tecnologia. É que por trás de cada ameaça está a estarrecedora explosão dos números da população humana.

“Qualquer ambientalista sério sabe perfeitamente bem que o crescimento da população é o cerne de todos os problemas ambientais”. (The Telegraph, 14.4.2009) MAIS

Paul W. Taylor, professor de ética na City University, New York, no livro “Respect for Nature”: “Se se der o total, absoluto e definitivo desaparecimento do Homo Sapiens, não somente a comunidade da vida na Terra continuará a existir… mas o fim da época humana sobre a Terra será comemorada com um caloroso 'Feliz libertação'!” (Princeton Univ Press, 1989) pg. 115

Maurice Strong, secretário geral da Conferência da ONU para Meio Ambiente e Desenvolvimento ECO-92: “Não é que a única esperança para o planeta consiste no colapso das civilizações industriais? Não é nossa responsabilidade torná-lo realidade?”

Stewart Brand, em 'The Whole Earth Catalog': “Nós fazíamos votos… por um desastre ou por uma mudança social vindoura que nos catapultasse de volta para a idade de pedra”. Brand abdicou de muitas idéias extremistas partilhadas com ambientalistas.

Faye Dunaway, porta-voz de “Mother Earth/Gaia” na série 'Voice of the Planet': “Você acha que Hiroshima foi ruim, mas eu quero te dizer: Hiroshima não foi suficientemente ruim!”

Osama bin Laden: “A vida da humanidade toda está em perigo por causa do aquecimento global provocado, em grande medida, pelas emissões das fábricas das grandes corporações; (...) as estatísticas falam da morte e da migração de milhões de seres humanos por causa desse aquecimento , especialmente na África.”

Premiê socialista espanhol na ONU “luta contra a mudança climática": “O mais singular da intervenção de Zapatero foi a ênfase na luta contra a mudança climática. Embora a Espanha seja o país mais atingido pela recessão econômica, com um desemprego perto de 20%, ele garantiu que o aquecimento global terá efeitos “muito mais devastadores para as gerações vindouras” e que “a saída da crise passa pelo crescimento sustentável”. (El País, Madri, 25/09/2009)

Premiê socialista britânico Gordon Brown: “Não podemos nos permitir o fracasso [em Copenhague 2009]. Se hesitamos, a Terra estará em perigo. Para o planeta não há Plano B. Não podemos ceder diante da catástrofe de uma mudança climática não controlada”. (Foro das principais economias sobre Energia e Clima).

Rajendra K. Pachauri, presidente do IPCC: “há necessidade de mudar os estilos de consumo. Reduzir o tamanho da industria pecuarista por meio da redução do consumo é a via mais efetiva para cortar as emissões de gases estufa. (…) Uma mudança nos níveis de consumo será necessário para ter um CO2 baixo e uma sociedade sustentável.”

Ted Turner, bilhonário fundador da CNN: “O aquecimento global matará a maioria de nós, e fará do resto uns canibais.”

Christine S. Stewart, ex-ministra do Meio Ambiente do Canadá: “Não tem importância se nossa ciência toda é falsa, há benefícios ambientais colaterais... a mudança climática fornece a maior chance para impor a justiça e a igualdade no mundo.”

David Suzuki, líder contra os políticos que não aderem ao alarmismo climático: “Eu gostaria desafiar vocês a fazerem um bom esforço para ver se há uma via legal para meter no cárcere nossos assim chamados líderes, porque o que eles estão fazendo é um ato criminal”.

Barbara Stocking, executiva chefe de Oxfam na Gra-Bretanha: “Transferir fundos dos países ricos para ajudar os pobres e vulneráveis a se adaptarem â mudança climática não é sequer o 1% do necessário. Esta injustiça flagrante deve ser tratada na Conferência de Copenhague em dezembro [2009].

Emma Brindal, coordinadora da ‘Campanha pela Justiça Climática’ de Friends of the Earth: “A resposta à mudança climática deve trazer no seu cerne a redistribuição dos recursos e da riqueza.”

Frei Betto: frade dominicano teólogo da libertação: “A bandeira da ecologia também é revolucionária. A questão ecológica atinge indistintamente a todos. (...) Nós tínhamos uma idéia de classe, muito permeada pelo econômico. Às vezes, deixávamos de ampliar o leque de aliados por não perceber que há demandas que dizem respeito à vida das classes dominantes, tanto quanto à nossa vida, como é a questão do meio ambiente.” “Desafios da Educação Popular”.

Filme “A era da estupidez” reedita falsos de Al Gore: “Com estreia nos EUA e no Canadá na véspera da reunião extraordinária da ONU sobre o clima, e no resto do mundo (inclusive no Brasil), o filme é um libelo político. “O roteiro tem a tarefa difícil de emocionar um público já saturado de mensagens catastrofistas sobre o clima e exposto nos últimos anos a filmes como o documentário “Uma Verdade Inconveniente”. (Folha de S.Paulo, 21/09/2009)

Barack Hussein Obama, presidente dos EUA: “Os EUA – e o mundo ‒ enfrentam poucos desafios mais urgentes do que combater a mudança climática (...). A ciência já deixou atrás a discussão e os fatos são claros. Os nível dos mares está subindo. As praias estão encolhendo. Vemos secas recorde, crescentes fomes, tempestades mais fortes cada vez que vem a estação dos furacões.” Discurso para governadores e mais de 600 ambientalistas de todo o mundo, novembro 2008.

Thomas E. Lovejoy, conselheiro do Banco Mundial: “O planeta esta no ponto de ser tomado pela febre, se é que já não o fez, e nós humanos somos a doença. Nós deveríamos estar em guerra contra nós mesmos e contra nossos estilos de vida”.

John Theodore Houghton, primeiro presidente do IPCC, co-premiado com o Nobel da Paz: “Se nós não anunciarmos desastres, ninguém nos ouvirá”.

Robert F. Kennedy, Jr.: “Os criadores de porcos em grande escala são uma ameaça maior para os EUA e para a democracia americana que Osama bin Laden e sua rede terrorista”.

John Holdren, assessor para Ciência do presidente Obama: “Um envolvente Regime Planetário controlaria o desenvolvimento, administração, conservação e distribuição de todos os recursos naturais, renováveis e não-renováveis. Ele teria o poder de controlar a poluição não só da atmosfera e dos oceanos, mas também da água doce de rios e lagos. Regularia todo o comércio incluindo todos os alimentos. Ele determinaria a população ótima para o mundo. Ele deveria ter poder para impor limites populacionais aos países. E se Vs. querem saber quem faria o aborto e a esterilização de massa forçados, eu respondo: ‘pois o Regime Planetário com certeza!’ Livro: “Ecoscience: Population, Resources, Environment”.

Noel Brown, ex-diretor do Programa de Meio Ambiente da ONU: “Se a tendência atual não é invertida, pelo ano 2000 (sic!) nações inteiras serão apagadas da face da terra pelo crescida dos mares devido ao aquecimento global. As enchentes costeiras e o quebra das safras provocarão êxodos de “eco-refugiados” que ameaçarão pôr em caos a política”.

David Graber, do U.S. National Park Services: “Nós viramos uma praga para nós mesmos e para a Terra. É cosmicamente improvável que o mundo desenvolvido opte acabar com a orgia de consumo de energia fóssil, e que o Terceiro Mundo abandone seu consumo suicida da natureza. Enquanto o Homo Sapiens não voltar ao estado de natureza, para alguns de nós só fica aguardar o vírus certo para ficarmos sozinhos.”

Paul Ralph Ehrlich, professor da Universidade Stanford: “Fornecer energia abundante e barata à sociedade equivaleria a dar uma metralhadora a uma criança idiota.”

Carlos Walter Porto-Gonçalves: “a questão ecológica é fundamental no debate sobre Reforma Agrária (...) O aquecimento global acaba criando uma oportunidade fantástica (...) O campesinato, assim como as populações indígenas passam a adquirir um papel central no debate sobre o futuro da humanidade. Os males que nós estamos vivendo derivam todos do capitalismo.”

Al Gore, Prêmio Nobel pela pregação ambientalista: “Muitos cientistas estão alertando agora que nós estamos nos aproximando de vários ‘pontos de virada’ que poderiam — num período brevíssimo de 10 anos — tornar impossível impedirmos danos irreversíveis na habitabilidade do planeta para a civilização humana.” Discurso na New York University Law School (18/09/06)

Ted Turner, bilionário fundador da CNN: “O ideal seria que a população mundial fosse de 250-300 milhões de pessoas, quer dizer uma diminuição de 95% dos níveis atuais.”

Stephen H. Schneider, professor de Biologia Ambiental e Mudança Global na Universidade Stanford: “Isso, naturalmente, implica a obtenção de muita cobertura da mídia. Portanto, temos que oferecer cenários assustadores, fazer simplificações, declarações dramáticas, e fazer pouca menção de quaisquer dúvidas que possamos ter”.

David Foreman, co-fundador de Earth First!: “Nós devemos transformar isto num lugar inseguro e inóspito para os capitalistas e seus projetos. Devemos contestar as estradas e a extensão das terras cultivadas, parar a construção de barragens, denunciar os danos das barragens existentes, libertar os rios represados e devolver à vida selvagem milhões de acres de terra atualmente explorados.”

James Hansen, diretor do Instituto Goddard, da NASA: "Os executivos chefes de grandes companhias de petróleo deveriam ser processados por graves crimes contra a humanidade e contra a natureza”.Hansen acusava-os de espalhar ativamente a dúvida sobre o aquecimento global da mesma maneira que as empresas de tabaco confundem as relações entre fumo e câncer.

Monika Kopacz, pesquisadora e ativista: “Só o exagero sensacional cria o caso que vai atrair a atenção dos políticos e dos leitores. Então, sim, os climatólogos podem exagerar, mas no mundo de hoje essa é a única forma de garantir qualquer ação política e, mais ainda, mais verbas federais”.

Louis Proyect da Universidade Columbia: “A resposta ao aquecimento global é a abolição da propriedade privada (…) Um mundo socialista daria uma prioridade enorme as fontes de energia alternativas. Isto é o que os socialistas voltados para a ecologia estão agora explorando detidamente.”

Michael Oppenheimer, professor de Geociências e Relações internacionais, Universidade de Princeton: “Não podemos permitir que outros países tenham o mesmo número de carros, o mesmo patamar de industrialização que nós temos nos EUA. Nós temos que parar esses países do Terceiro Mundo exatamente onde estão”.

José Bové: ativista “verde” altermundialista e anticapitalista: “A ecologia não é compatível com o capitalismo. Todas as ideologias produtivistas fracassaram (...) com o aquecimento climático que se acelera. (...) Nós temos necessidade de virar as costas para o modelo produtivista agrícola que eliminou milhões de camponeses, destruiu a qualidade dos alimentos e depredou o meio ambiente.” Le Monde, 23.6.09

Jacques Attali, ex-presidente Banco Europeu para a Reconstrução: “a transformação do clima, piorada ou não pela atividade humana, poderia ter em curto prazo conseqüências mortais para a espécie humana: liberando bactérias contidas na tundra siberiana ou poços de metano que se estenderiam sobre o planeta como uma nuvem asfixiante. Alguns cientistas até predizem a data da catástrofe: 2012.” Blog “Conversation avec Jacques Attali”.


NOM, ONU, ONG e Partidos Ambientalistas – Mentiras Climáticas

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