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sábado, 10 de fevereiro de 2018

De 2016 a 2018: o Brasil cai mais 31 posições no índice de Liberdade Econômica

Índice de Liberdade Econômica - Index of Economic Freedom - Heritage Foundation – 2018

KI-VERGONHA – Brasil socialista - CENTÉSIMO DÉCIMO OITAVO COLOCADO NO RANKING MUNDIAL DE LIBERDADE ECONÔMICA EM 2015 – EM APENAS UM ANO, DE 2015 PARA 2016, CAÍMOS MAIS 4 POSIÇÕES. E FICAMOS NA 122ª POSIÇÃO. ESTAMOS CAINDO EM QUEDA LIVRE E FICANDO CADA VEZ MAIS PRÓXIMOS DE PAÍSES COMO A VENEZUELA E COREIA DO NORTE. DE 2016 A 2018, O NOSSO PAÍS CAIU MAI 31 POSIÇÕES. OS BUROCRATAS INCOMPETENTES E SUA DITADURA SOCIALISTA DISFARÇADA PODEM ATÉ ENGANAR OS BRASILEIROS, MAS JAMAIS VÃO CONSEGUIR LUDIBRIAR OS ÍNDICES ECONÔMICOS DO LIVRE MERCADO! CLIQUE AQUI PARA VER AS POSIÇÕES DE TODOS OS PAISE DO MUNDO

MUDA BRASIL! VAMOS TIRAR O PAÍS DO CAMINHO DA MISÉRIA! PARA ISSO BASTA TIRAR ESSES COMUNISTAS DO PODER!

Faça a comparação você mesmo: Quanto mais livre é a economia de um país, mais rico ele é!

Índice de Liberdade Econômica - Index of Economic Freedom - Heritage Foundation – 2016

 

Economia austríaca (A solução para o Brasil)

Carl Menger
Em primeiro lugar, não, a economia austríaca não é o estudo da economia da Áustria ...

A chamada Escola Austríaca de Economia reuniu-se em torno dos pensamentos de um economista na Áustria, Carl Menger, cujo primeiro grande livro, Princípios de Economia, foi inicialmente publicado em Viena em 1871. Menger escreveu este livro fundamental depois de ter trabalhado como jornalista para o jornal vienense Wiener Zeitung como analista de mercado financeiro. Ele notou muitas discrepâncias entre as teorias bem conhecidas dos economistas clássicos, como Adam Smith e David Ricardo, e como os profissionais do mercado de vida real, como investidores e comerciantes de mercado, realmente se comportaram na prática.

Em seu livro, Menger formulou de forma independente a idéia de utilidade marginal, que explicou enigmas econômicos anteriores, como por que uma garrafa de água rapidamente se tornaria mais valiosa do que uma sacola cheia de diamantes em um deserto quente e seco. Pode parecer estranho para nós agora por que isso era um quebra-cabeça, mas antes da revolução marginalista, essa situação tinha encoberto completamente todos os economistas respeitados.

No entanto, a grande visão do trabalho de Menger era a do valor subjetivo, ou seja, que toda ação humana brota da opinião subjetiva de cada indivíduo sobre o que as coisas diferentes valem subjetivamente para esse indivíduo. Por exemplo, a posição econômica clássica anterior tinha sido que um par de sapatos receberia um certo preço no mercado devido ao seu custo de produção. Menger argumentou que o oposto completo é o caso.

Vale a pena que um sapateiro gaste tempo, esforço e dinheiro produzindo um determinado par de sapatos, diz Menger, porque ele ou ela acha que existe um consumidor potencial no mercado que irá valorizar esses sapatos tanto que eles vão pagar mais para os sapatos que os sapatos custarão para produzir. E aqui reside o comportamento real de pessoas reais no mercado real. A matemática objetiva dos economistas clássicos é assim esmagada sob as opiniões subjetivas de produtores empresariais e consumidores inconstantes.

Na economia austríaca, o símbolo de igualdade da economia clássica desaparece. Por exemplo, eu poderia comprar um par de sapatos por cem libras, porque para mim eles representam cento e cinquenta libras de valor, por qualquer motivo estilístico e caprichoso que eu tenho na minha cabeça no momento em que entrego o dinheiro. Ao mesmo tempo, o sapateiro está feliz de me vender os sapatos por cem libras, porque eles lhe custaram cinquenta libras para produzir.

Então, eu, como consumidor, ganhei um valor de cinquenta libras de estilo no mercado de calçados, e o produtor ganha cinquenta libras de valor em dinheiro. Ambos estamos felizes. Eu sou recompensado por olhar soberbamente vestido em meus sapatos novos e o fabricante de calçados é recompensado por assumir todos esses riscos e tudo isso na produção desses sapatos e ganhar esses cinquenta libras em dinheiro. Nessa situação, ambos os lados da transação ganharam, e, portanto, ambos os lados adquiriram riqueza da transação. A sociedade como um todo é, portanto, melhor do que era antes da transação.

Além disso, nada disso tem nada a ver com o custo inicial de produção do sapato. Pois, desde que o sapateiro possa antecipar com sucesso o que se tornará um bem desejado, e depois produzir e vender esse bem por um nível de desejabilidade inferior a seu mercado livre, enquanto gastar menos na produção do que o que, com expectativa, se tornará um mercado descoberto preço, então um mercado irá desenvolver nesse bem desejável particular. Os empreendedores que podem se adaptar com sucesso aos mercados em constante mudança "dominarão" a produção de bens e serviços, e aqueles que o erraram serão eliminados pelas forças da destruição criativa.

Tudo em economia é, portanto, impulsionado pelos desejos do consumidor e não pelos desejos do produtor. Tudo o resto, incluindo a muito famosa Teoria Austral do Ciclo Empresarial, na Economia Austríaca flui, em última instância, da inversão da economia do custo de produção para a economia do valor subjetivo. O que também flui a partir dessa visão de reversão de direção é que, para funcionar de forma eficiente e para formar preços efetivos, todos os mercados devem estar tão livres de interferência quanto possível, de modo que os produtores possam produzir bens desejados por menos do que os consumidores estão dispostos a pagar, de modo que as transações voluntárias terão lugar e todos na sociedade se tornarão mais ricos, como resultado.

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